Rosa Choque
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
"Porque a vida segue... Mas o que foi bonito fica com toda a força...
Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves,
certos momentos nem o tempo apaga.
E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade.
Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás."
Caio Fernando Abreu
Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves,
certos momentos nem o tempo apaga.
E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade.
Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás."
Caio Fernando Abreu
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Wherever You Will Go
"So lately, been wondering
Who will be there to take my place
When I'm gone you'll need love to light the shadows on your face
If a great wave shall fall and fall upon us all
Then between the sand and stone, could you make it on your own
If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low,
I'll go wherever you will go
And maybe, I'll find out
A way to make it back someday
To watch you, to guide you, through the darkest of your days
If a great wave shall fall and fall upon us all
Then I hope there's someone out there
Who can bring me back to you
If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low
I'll go wherever you will go
Run away with my heart
Run away with my hope
Run away with my love
I know now, just quite how
My life and love might still go on
In your heart and your mind,
I'll stay with you for all of time
If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low
I'll go wherever you will go
If I could turn back time
I'll go wherever you will go
If I could make you mine
I'll go wherever you will go "♫
E pensar que demorei tanto pra escrever um texto falando de coisas boas e agora...
É, acho que minha inspiração vem quando por dentro tudo dói, quando me dói tudo e em todos os lugares e nem ao menos sei dizer.
Meu pensamento atual é: Como tudo mudou tão rápido? A verdade é que penso que nada mudou. – Apenas não enxerguei.
É como dizem, no maior estilo clichê: tudo tem começo, meio e fim. Só não sabia eu que o fim seria tão rápido e doloroso.
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, já dizia Camões. O tempo pode aniquilar sonhos, modificar sentimentos e mostrar certas verdades. E o tempo vai mostrar que a decisão tomada foi coerente. Não podemos acorrentar as pessoas ao nosso lado contra vontade, só por conveniência. Se não há amor, não há sentido. Se não há carinho, menos. Se não há nada...
Eu ando me perguntando se é possível uma pessoa esquecer absolutamente de outra, sem nenhum traço de saudade, de pensamentos, de lembranças. Não digo isso por você. Digo por mim. É!
Você já está em outro plano, só eu não notei.
Você realmente já me desenhou e a forma que tenho pra você, não o agrada mais.
Chorei. Chorei e você viu.
A dor é maior porque, ridiculamente, não segurei as lágrimas entre os dedos e você viu tudo, tudo, viu como é o meu gemido de dor.
Agora você sabe como é poderoso, como pode decidir sobre o meu humor e isso me assusta.
Eu peço pra você ir embora e peço pra você ficar sem pôr vírgulas.
Você fecha a porta, não de casa, mas do coração. Não ouço seus pés nos degraus e nem um suspiro de remorso. Talvez tenha sido um delírio. Na verdade, você nunca me disse Adeus, penso!- mas não é essa a realidade.
Me pergunto: E agora? O que fazer?
Na verdade, nem pretendo me restabelecer. Tanto faz. Quero mesmo essa dor, pois eu a mereço. Me enfiar em algo sem ao menos deixar a razão prevalecer. Infantilidade. Como você mesmo me disse: Criança! É!
Perdoe-me, mas não consigo ser menos clichê, nem menos dramática.
A verdade, é que não sou essa mulher fatal, que você pensa que eu sou. Essa mulher forte que não se importa com tudo, ou nada.
A verdade é que no fundo tenho um medo terrível de que você me ache feia, de que você encontre em mim uma série de imperfeições. Sabe, não quero mais usar essa máscara de mulher inatingível, de mulher forte com punhos de aço.
No íntimo me sinto uma pequena ave indefesa, leve demais para enfrentar o vento, e que deseja ficar no aconchego do ninho e ser mimada até adormecer.
Olha pra mim; às vezes minha intimidade não tem brilho nenhum - essa jornada dupla me deixa tão carente…
A convicção de independência afetiva? É tudo balela!
Eu queria mesmo era dividir a cama, a mesa, o banho. Queria dividir os sentimentos, os sonhos, as ilusões … Um pedaço de torta, uma xícara de café, algum segredo, minha vida!
Ah, eu tenho andado por aí, tenho sido tantas mulheres que não sou! Quantas vezes me inventei e até me convenci da minha identidade!- Mas com você pude ser “eu”. Sempre! Você me conhece melhor que “eu”!
É!
Decidi o meu destino com tanta segurança, mas não previ que na linha da minha vida estivesse demarcada uma paixão inesperada.
Confesso que isso me intimida um pouco. Queria mesmo era falar de todos os meus medos. "Dos seus medos?" você diria, como se eu nunca tivesse temido nada.
“Queria lhe falar das minhas marcas de infância, dos animais que tive, do meu primeiro dia de aula. Queria falar dessas coisas mais elementares, e lhe levar à casa da minha mãe, lhe mostrar meu álbum de retrato (eu, me equilibrando nos primeiros passos), ah, queria lhe mostrar minha primeira bicicleta, com truques. Ela ainda existe!
Queria lhe mostrar as árvores que eu plantei (como elas cresceram!) e todas essas coisas que são tão importantes pra mim e tão insignificantes aos outros.”
Você realmente mexeu com minhas estruturas, garoto! É! Garoto!
Quando virar a esquina e nem mesmo olhar para trás, me perguntarei: “Será que você seria capaz de se esquecer de mim, e, assim mesmo, depois e depois, sem saber, sem querer, continuar gostando?”, como disse Guimarães Rosa.
Dizer que te amo pode ter sido meu maior erro, mas é a mais pura verdade. Será que foi aí que comecei a errar? Será?
Depois que te conheci sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade. Nessa história tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”. Uma fuga?
Ah, você disse que estou no meio de um furacão. Não é verdade. Estou bem. Estou calma. Estou triste, porque perdi parte de você. A única que pensei ter.
Se tiver que ir, ou somente quiser, pense bem. Pense muito bem. Quero você aqui e te espero sempre. Não menti quanto a isso, também. Está bem?
Só mais uma coisinha, como disse L. M.: “estou morrendo de medo que você saia desta cena antes de mim, que você saia à francesa desta história, e eu tenha que recolocar minha máscara e me reinventar, outra vez !”- Não faça isso sem pensar. Não abra feridas sabendo que um dia pode voltar atrás. Não saia. - mas, você já saiu, né?
Quanto à você, quanto a nós, faço minhas as palavras de Caio Fernando de Abreu:
“Porque a vida segue... Mas o que foi bonito fica com toda a força...
Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga.
E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade.
Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás."
Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga.
E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade.
Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás."
Quanto a ser um pontinho preto, em milhões de brancos, você prestou atenção e viu que na verdade, sou igual, ou pior. Eu já digo que você é diferente e mais especial do que eu imaginava.
Esse texto parece bem uma despedida, eu sei. E quero que seja, agora você só decide do que.
Uma despedida de nós, de você da minha vida, ou de como tem sido. Não estou te colocando na parede, nem cobrando nada, e você sabe. Só sei que quero algo bom para mim, e sei o que pode me dar, mas nem está fazendo isso.
Estou com saudade de você. Mas, de “você”, de verdade, e não desse outro
Estou com saudade de mim, quando estou ao seu lado.
Momento triste, mais um de meus momentos. Tantos pensamentos, devaneios... A menor esperança de ser feliz, não é presente.
Não busco nada, não estou atrás de nada, nem consigo esperar. As decepções já foram tantas, pra que se arriscar mais uma vez? É! Não! Não mesmo!
Mas, como sabemos, a vida nos faz surpresas...
Em uma de minhas andanças em busca do nada e na leve esperança de encontrar, encontrei (reencontrei) você.
O sorriso me fez retornar há alguns anos, mas mantendo sempre os pés no chão, retornei aos meus pensamentos racionais.
Mais tarde, um novo “oi” me fez pensar, imaginar, desejar e futuramente me aproximar.
Ouso dizer que foi a melhor coisa desse ano, apesar do medo de ser tornar a pior, também.
Você falou sobre música, viagens, família, gastronomia, só não política... eu penso: Como pode haver alguém assim? Ele existe? Onde esteve esse outro eu, por tanto tempo?
As conversas vão se intensificando e o tempo nos faz aproximar. Logo, queremos mais, eu quis. Eu quero.
Quis ter você em meus braços para ver se é real. Pra ver se vale. E valeu! Cada instante. Cada toque.
Você é único.
Você é e fez diferente.
Recordo do seu olhar duvidoso e sorriso tímido, ao entrar, e ao mesmo tempo, certa curiosidade.
A barreira da timidez foi vencida por um beijo. Um beijo que roubei e me deixou sem fôlego, e naquele instante, já notei que você valia a pena.
Todas as noites com você me tem feito sentir coisas, que não sentia antes. Não sentia mesmo. Na verdade, tinha saudade e vontade, vontade desse beijo com gosto de doce, do coração acelerado, sentir borboletas no estômago….O que é isso?? Paixão? ‘Sei não...Sei não...’
Mania de mulher, ou cuidado, na segunda visita, já me perguntei: Será que isso vai pra frente? Será que posso me jogar de cabeça? Será que ele me vê como eu o vejo? Será? Será?
Na melhor das hipóteses decido esconder. Decido guardar, mas só até falar com você novamente. Só vê-lo e acabei por me jogar em seus braços e dizer. Errar e dizer.
Dizer que você mexe comigo e dizer tudo que sinto quando fico com você...
Deitar em seu colo, segurar suas mãos por medo, medo de tudo, do nada. Segurar a ponto de nem sentir minhas próprias mãos.
Foram várias as noites que já passei chorando até pegar no sono, mas depois de você, já houve dias em que fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos, ao sentir o seu perfume impregnando meus travesseiros e meu coração.
Sabe, me sinto bem quando está por perto. Me sinto bem quando me aceita nos pequenos momentos, que nem mesmo eu me aceito.
Li algo certa vez:
“Pare de viver sua vida como se estivesse num filme.
Pare de idealizar seu amor em vez de encontrá-lo.
O amor não é sempre como um raio, às vezes, é só uma escolha.
Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão.
Decisão de correr risco com alguém.
Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa.
Talvez o amor não seja algo que aconteça, talvez seja apenas uma escolha.”
Talvez nem seja a escolha certa, na verdade, sei que não é. Não pode me oferecer mais, e como prometi, não vou pedir. O seu pouco, para mim já tem sido muito, já tem sido o suficiente, já tem sido o necessário para mim.
Tem sido o necessário para mim, mas e para você?
Pergunto a mim mesma, como terminará essa história. Isso é: tem que ter um fim? Tenho medo de finais.
Você disse que não precisa ser um final ruim, mas eu digo que não precisa ter um fim.
Peço a você que sempre fique perto, mais perto. Talvez não entenda o que quero dizer com isso.
Você hoje já está dentro de mim, e caso tente sair, vai doer. O espaço é pequeno, mas você coube direitinho. O encaixe perfeito. Outro encaixe!
...
Você soube que estou escrevendo algo sobre você, sobre mim, e quis ler. Pensei... Não há “porquê” não mostrar. Isso é o presente, a realidade.
Termino sem terminar, dizendo:
Quero que permaneça assim e que esse texto realmente não tenha fim.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
"Eu não vou te pedir nada. Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar. Mas uma coisa, eu exijo. Quando estiver comigo, seja todo você. Corpo e alma. Às vezes, mais alma. Às vezes, mais corpo. Mas, por favor, não me apareça pela metade. Não me venha com falsas promessas. Eu não me iludo com presentes caros. Não, eu não estou à venda. Eu não quero saber onde você mora. Desde que você saiba o caminho da minha casa. Eu não quero saber quanto você ganha. Quero saber se ganha o dia quando está comigo."
- Caio Fernando Abreu -
Assinar:
Postagens (Atom)

















































